A autora aborda o tema da Defraudação Emocional. Já na introdução do livro, ela dá um breve testemunho do porquê de querer falar sobre esse assunto. A autora argumenta que identificar uma Defraudação Emocional é vital para todas as pessoas que desejam saber como casar com a pessoa certa e passar o resto da vida com ela. Além disso, essa mensagem possui uma importância especial para os cristãos, pois a Defraudação está acontecendo dentro das igrejas. Por isso, neste livro, o assunto é direcionado aos cristãos que querem seguir os princípios bíblicos. Muitas pessoas têm chegado e saído feridas e magoadas das igrejas por causa da Defraudação Emocional. Os hábitos “defraudadores” têm se manifestado frequentemente dentro das igrejas; o “mundo”, o sistema corrompido, tem entrado nelas, trazendo seus costumes e hábitos, e muitos cristãos têm se deixado influenciar por pura ignorância e falta de conhecimento.
Sarah Sheeva defende que um casamento “encalhado” é quando um casal descobre que se casou com a pessoa errada e, agora, vive mal por não se dar bem, mas sabe que não pode se divorciar, restando apenas duas opções: esperar o cônjuge morrer ou esperar que Deus transforme o relacionamento. Acredita-se que o “encalhado” é quem está solteiro, sozinho e sem ninguém, mas, na visão da autora, ser “encalhado” deveria expressar o ato de se casar com a pessoa errada e ter de cumprir a obrigação de permanecer em um casamento infeliz até o dia em que o cônjuge morrer, quando só então a pessoa poderá se casar novamente e ter uma nova chance de ser feliz no casamento. O conceito de “encalhado” só é compreendido por aqueles que sabem que o casamento é para a vida toda, por aqueles que decidem viver segundo os princípios bíblicos. Os que não querem viver segundo esses princípios acham esse conceito absurdo e ultrapassado e usam seus conceitos pessoais sobre casamento para justificar o fracasso de suas vidas sentimentais e de seus divórcios. Defraudação Emocional é quando alguém gera em outra pessoa uma expectativa sentimental que não poderá ser suprida. É algo que a pessoa não está disposta a suprir ou não tem condições de suprir. Defraudar é usar, é “tirar proveito” do outro sem desejar um verdadeiro compromisso. Defraudar é deixar a pessoa pensar — ou acreditar — que você deseja se casar com ela, quando, na verdade, você só quer ficar com ela “por um tempo”. Defraudar é apenas “curtir o momento” e nada mais. Defraudar é enganar e se aproveitar de uma pessoa; é pecar, e isso aborrece a Deus.
A Defraudação sempre parte de alguém, mas, em alguns casos, acontece a “Auto-Defraudação”, em que a pessoa, sozinha e sem a participação de ninguém, se autodefrauda. Pode partir de uma das duas pessoas envolvidas (Sedução); pode partir das duas pessoas juntas (Azaração); pode partir de pessoas de fora do relacionamento (Cupido); ou pode partir da própria pessoa para si mesma (Autodefraudação). A autora demonstra que, em toda a Bíblia, não vemos a mulher tomando a iniciativa nos relacionamentos. Rebeca, Raquel, Ester, Maria e muitas outras mulheres esperaram o homem tomar a iniciativa. Quando Deus quer unir um casal, Ele sempre abre primeiro os olhos do homem, e não os da mulher. Ou seja, o homem solteiro deve procurar sua esposa, enquanto a mulher solteira deve esperar seu esposo encontrá-la. A mulher deve esperar em Deus, e o homem deve procurar, não apenas com os olhos, mas também em oração e santificação. É importante lembrar que esperar é uma atitude exclusivamente feminina, e não masculina. O desafio do homem é outro: aprender a guardar seus olhos do olhar lascivo e sensual e aprender a “olhar” com prudência e sabedoria, orando todos os dias por sua futura esposa e procurando-a não apenas pela aparência, mas, principalmente, pela santidade e unção de Deus na vida dela. Sarah Sheeva defende que, para evitar a Defraudação Emocional, tudo depende, primeiramente, do nosso querer. Uma pessoa que não se ama não está pronta para um relacionamento. O segredo para não defraudar e não ser defraudado é guardar o coração. Guardar o coração é guardar suas vontades, pensamentos, fantasias e ilusões; é guardar o seu querer, os desejos, os sentimentos, as emoções e a imaginação em relação à outra pessoa. É não permitir que seus pensamentos fantasiem situações que ainda não existem entre vocês dois, principalmente porque a iniciativa do relacionamento deve partir dele.
Guardar o coração é preservar a alma, as emoções e o coração, livrando-os de falsas expectativas. Para a mulher, o segredo de guardar o coração está nas palavras que ela ouve. É preciso aprender a ocupar a vida com coisas que realmente possam promover crescimento emocional, intelectual, cultural e, principalmente, espiritual. O ponto principal para um homem não ser defraudado é aprender a guardar os olhos. Da mesma forma que a mulher cai pelo ouvido, o homem cai pelos olhos. Para um homem guardar o coração, ele precisa aprender a não olhar. O cuidado mais importante que um homem deve ter para não defraudar está no que ele fala para as mulheres: é necessário ser transparente em suas intenções, claro, objetivo e não brincar com os sentimentos delas. A Defraudação geralmente é muito sutil, algo que quase ninguém percebe. Às vezes, um homem e uma mulher não têm nenhum envolvimento; não há absolutamente nada entre eles, mas o comportamento de ambos insinua que existe um interesse em se relacionar, apesar de não haver. A linha tênue que separa o Compromisso da Defraudação existe; por isso, é preciso observar as atitudes da pessoa com atenção para discernir cada caso. Todos os casamentos duradouros e felizes têm algo em comum: antes de começarem a namorar, o casal era amigo ou foi se tornando muito amigo um do outro. Isso fez com que houvesse uma cumplicidade baseada em algo que vai além do corpo físico: uma cumplicidade espiritual. Somente um casamento firmado no Espírito pode resistir ao desgaste diário e se renovar naturalmente. O primeiro passo, e o mais importante de todos para não errar e descobrir se aquela pessoa em quem você está interessado é a pessoa certa para você, é orar. O segundo ponto é falar com pastores, pais e líderes. O terceiro ponto é o próprio início do “Compromisso”: ao guardar o coração e estabelecer o Compromisso, você não corre o risco de defraudar ou ser defraudado.
Sarah Sheeva termina seu livro concluindo o pensamento inicial de que o único que pode garantir a felicidade e dar a pessoa certa é Deus. Quem fará essa obra na vida da pessoa é o Espírito Santo, e não ela mesma. A parte de cada um é orar, se preparar e buscar a direção de Deus sobre como se posicionar, como agir (no caso do homem) e como esperar (no caso da mulher). Por isso, se a pessoa decidir passar um tempo diário em oração, parar para ouvir a voz de Deus, orar no Espírito, em línguas, ouvir e obedecer à direção dEle, seu coração se voltará completamente para Ele. E, quando estiver cheia do amor de Deus, quando Ele realmente ocupar o primeiro lugar em sua vida, ela estará pronta para viver um grande amor.
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